
Para onde foi a energia?
A energia desaparece tantas vezes de forma tão gradual que só a vês no retrovisor. Lembras-te de um tempo em que te levantavas depressa, recuperavas com facilidade e davas conta de um dia inteiro sem ficares vazio a meio.
Entretanto começaste a adaptar a vida. Escolhes o caminho mais curto, procuras uma cadeira mais cedo e saltas planos para poupares energia. Cada adaptação parece inofensiva sozinha, mas juntas tornam o mundo mais pequeno.
Não precisas de perseguir um feito desportivo. O objectivo pode ser muito mais simples: teres alguma coisa no fim de um dia comum.
Caminhadas diárias e um registo honesto ajudam-te a arrancar outra vez. Quando o movimento se torna mais familiar e a carga baixa, a vida comum custa menos. O espaço extra não chega num salto espectacular. Notas-no nos sacos das compras que parecem mais leves, numa escada em que não pensas e numa noite em que ainda estás presente.
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O lugar do avião
Uma cadeira comum não deve ser fonte de tensão. Trabalha para viajares sem te preocupares à partida se vais caber.

Limpeza Celular
O jejum coloca o corpo em "modo de reciclagem", decompondo células velhas ou danificadas para dar lugar a novas. Este processo, chamado autofagia, intensifica-se durante jejuns mais longos e dá ao corpo a oportunidade de fazer uma limpeza celular profunda. Os investigadores acreditam que isto ajuda a reduzir a inflamação e a abrandar a acumulação de proteínas danificadas que se formam com a idade.

A inquietação que está sempre no fundo
Verificar uma cadeira, avaliar um banco estreito ou ter medo de que a roupa se rompa pede atenção constante. Querer livrar-te dessa inquietação já é razão suficiente.