
Deixa de te esconder das fotografias
Uma fotografia inesperada pode bater mais fundo do que um espelho. Vês-te de um ângulo que não escolheste e o olhar prende-se logo no corpo. Uma imagem que devia ter guardado uma memória parece de repente uma confrontação.
Depois o comportamento muda. Ofereces-te para tirar a fotografia, pões-te no fundo ou não abres o álbum. Dizes que as fotografias não importam tanto, quando na verdade preferes evitá-las.
Isto não é superficial. As fotografias pertencem às memórias e à forma como mais tarde olhas para a tua própria vida. Querer estar nessas imagens sem primeiro te assustares é uma razão válida para mudares alguma coisa.
Usa a razão com calma. Não precisas de te punires com as fotografias que já existem. Deixa-as só mostrar, com honestidade, que já não queres esconder-te. Mantém o plano hoje para a câmara voltar, aos poucos, a ser só uma câmara.
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Para onde foi a energia?
A energia a menos entra devagar. O objectivo é deixares de viver à volta do cansaço constante e recuperares a margem do dia.

Mantém o plano só para ti durante um tempo
Anúncios cedo às vezes dão recompensa antes de teres feito alguma coisa. Trabalhar em silêncio pode tornar o plano mais calmo e mais independente.

Protege o ritmo
Depois de uma semana em que seguiste o plano, a tarefa muda. A partir daí proteges o que já construíste.