
O receio de viajar
Uma viagem deve ser sobre outro sítio. Mesmo assim a cabeça, ainda antes da partida, pode estar ocupada com a conta corporal: corredores longos no aeroporto, calor, escadas, filas, bagagem e a pergunta de onde te podes sentar.
Assim um passeio começa em modo de defesa. Perguntas se o ritmo aguenta e se os outros terão de esperar por ti. O mesmo pode acontecer num museu, num passeio pela cidade ou num dia em família. Parte da atenção continua à procura da pausa seguinte.
Não precisas de querer subir uma montanha. Talvez só queiras passar um dia noutro sítio sem o corpo mandar no programa.
As caminhadas diárias são aqui preparação directa. Constróis tempo de pé, aprendes o ritmo e aumentas a margem. Junto com a perda de peso, uma viagem pode aos poucos voltar a ser uma viagem, em vez de uma série de obstáculos.
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Pára de te meteres no fundo ou de pegares sempre na câmara. Podes aparecer nas fotografias da tua própria vida.

Quando as articulações avisam
Dor nos joelhos, ancas ou zona lombar merece atenção. Menos peso pode baixar a carga, mas deixa avaliar a dor persistente.

Protege o ritmo
Depois de uma semana em que seguiste o plano, a tarefa muda. A partir daí proteges o que já construíste.